domingo, 2 de agosto de 2009

AVENTURAS NA COZINHA

Que cozinhar nunca foi meu hobbie preferido não é novidade pra muita gente... Entretanto (adoro essa palavra), a cozinha realmente é um lugar interessante... Nunca meu interesse foi tão grande por ela... Chega a ser cômico!

Mas sim, não se engane! Ainda não sou fã da cozinha, nem daquela monstruosa coisa branca cheia de delícias geladas dentro - aquelas que faz a gente virar uma baleia... Ou aquela coisa quadrada e sem graça, chamada fogão.

Eu gosto mesmo é do microondas! Ah, o microondas, meu querido e fofo companheiro! Mas ele me paga... Ah, me paga!

A aventura começa no início do final de semana (sim, porque você não tem muito mais do que pensar em comer), e lá vai a Dona Bruna, inventar de fazer um brigadeiro (logo o brigadeiro, que até uma criança de dois anos de idade sabe fazer)...

- Mãe, você acha que nesse dá? (vasilha pequena).

- Claro, dá sim...

Bruna ainda pensa: "deveria pegar uma maior"... Mas é claro que eu não ouvi minha intuição... Aliás, quando que a escuto?

Piii... Piii... Pii.... SURPRESA!!!!!!! Havia brigadeiro no microondas inteiroooooooooooo! E lá fui eu, pegar a colherzinha e tentar recuperar um pouco do brigadeiro...

"Você pensa em mim toda hora

Me come, me cospe, me deixa

Talvez você não entenda

Mas hoje eu vou lhe mostrar..."

(toca Rauuul! - Gitá)

O bolo de hoje ficou com leves fiapos de guardanapo azul... São coisas da vida. Acho que tenho que aprender mais técnicas de Kung-fu para me aventurar nesse mundo desconhecido e selvagem, chamado cozinha.

Para quem quiser aprender a fazer o brigadeio de microondas, tem esse site bem legal que explica como se faz... Pena eu só ter achado ele agora... =/

http://socorronacozinha.wordpress.com/2007/10/04/brigadeiro-de-microondas/

PS: Báh, sou ruim de cozinha mesmo!

sábado, 4 de julho de 2009

JACOB

Querido Jacob,
Preciso falar com você e dizer que o que sentimos é algo muito parecido e diferente ao mesmo tempo!
Ah, Jake! Talvez possamos nos ajudar, entretanto, não terminei de ler a sua história e saber se você terá um final feliz...
Gostaria de poder sofrer um "imprinting" como você... Acho que você tem razão quando começou a pensar que isso poderia ser uma singela solução.
Entretanto, nem sempre as coisas saem como o esperado... Porque há uma grande diferença entre você querer sentir e realmente sentir... Mas parece que há pessoas que não compreendem isso, mas não as culpo por isso. E sei que você entende o que se passa.
Os olhos azuis, os olhos que eu mais amo em todo o mundo e em toda a minha existência, meu exemplo e meu espelho, me explicou o que aconteceu e por isso eu compreendi. Parece que ficou mais claro.
Faço o que você fez aquele dia no parque o tempo todo! E é tão estranho, não é mesmo? Sei como você se sentiu. Parece que por melhor que seja "a coisa", sempre falta alguma coisa... E assim como aquela menina, cuja me esqueci o nome, procuro outros olhos, mas sem a menor semelhança com àqueles então olhados.
Mas nada dura por muito tempo, não é mesmo Jacob? Mesmo que tenhamos a eternidade pela frente... O mundo gira e gira, cada vez mais veloz.
Na sua história há o inimaginável e o inexistente (até onde sei pelo menos...) e na minha há apenas o aroma doce dos sentimentos e das lembranças de outrém.
Um dia, talvez Jake, eu possa me sentar com você para tomarmos um chá e comermos alguns biscoitos e eu prefiro que você esteja na sua forma humana... Sabe como é... É mais seguro. Embora, eu não tenha a pretensão de ser meio-humana ou meio-alguma-coisa. Você sabe do que estou falando.
Sim Jacob... Às vezes eu acho que nunca serei capaz de conseguir o que você conseguiu... Você teve sorte com a filha da Bells... Enfim, não sei se terei a mesma sorte, mas de qualquer forma, estou sorrindo, Jake!
Com amor,
Rosalie C. Swan

sexta-feira, 26 de junho de 2009

ALEGRIA


"Saber encontrar a alegria na alegria dos outros
é um dos segredos da felicidade"


(Georges Bernanos, escritor francês)

segunda-feira, 22 de junho de 2009

SENTIDO

Dizem que o que procuramos é um sentido para a vida.
Penso que o que procuramos são experiências que nos façam sentir que estamos vivos.”
Joseph Campbell

domingo, 21 de junho de 2009

REALIDADE SOBRE A FORMA

Comédia romântica esse final de semana no cinema. Filme bonitinho, mas nada mais do que aqueles pré-enlatados americanos. Aquelas velhas histórias com aquelas mesmas lições de moral... O mocinho que ama a mocinha, mas não se dá conta disso e foge do amor porque uma vez há muito tempo atrás ela o magoou... Então ele decide levar a vida do tio que o criou... E no final, depois de quatro fantasmas o assombrando e de mais "n" coisas, ele finalmente se dá conta do sentimento que sente e então "vivem felizes para sempre"...
Então você olha para o lado e quem está lá? Milhares de pessoas com suas variadas histórias de vida... Braços vazios, sem saber ao certo o que fazer...
Mas aí o que pega... Entenda, não estou sendo sarcástica... Mas depois de um pote de mel escorrendo das telas daquela sala vermelha-aconchegante, é triste sair dela e ver que ela não existe ou que está simplesmente longe...
Porque existe uma diferença muito grande entre você querer sentir e realmente sentir... Será que querer demais ajuda? Não sei bem o que responder...
Já tive muitas fases e muitas histórias, cada uma com uma peculiaridade diferente... Coisa engraçada, alegre e triste ao mesmo tempo... Então você olha pra tela e olha pra você... Você se vê?
Então a água com açúcar acaba e você se levanta rumo a porta... E lá vem a realidade... E um tanto de frustração, então você pára e pensa: "Caramba, ela tinha razão!"... Ela sempre tem razão... Não adianta discutir...
E deu tanta saudade de ouvir "enlatado americano e enlatado irlandês" que quase não me contenho... Dá até vontade de dançar...