segunda-feira, 4 de outubro de 2010

DE MAUS RELACIONAMENTOS,

aprendi que:

Não preciso de alguém para ser feliz. Minha felicidade não depende de um companheiro ou namorado, ou seja lá qual for o termo que você queira utilizar;

Não devo ser egoísta comigo mesma, a ponto de abrir mão de mim em prol de alguém que não vale a pena; ou melhor:

Descobri que devo me amar primeiro;

Descobri que meu corpo é meu templo e que não devo deixar que o machuquem fisicamente ou emocionalmente - mesmo que seja mais difícil, e que devo me esforçar ao máximo para que isso não aconteça;

Aprendi que estar bem comigo mesma, faz toda a diferença!

Aprendi que estar ao lado das pessoas que amo, é a melhor coisa do mundo e que não preciso de alguém do meu lado que não esteja realmente “ai”;

Aprendi que quando as pessoas realmente querem, elas fazem!

Aprendi que ouvir que “gosto de você” é muito diferente de sentir que “gosto de você”;

E aprendi que o passado deve ficar no passado, para não estragar o presente.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

(im)PERFEITO

Parece que o mundo é dividido em dois tipos de pessoas: as que possuem a sorte grande de encontrar um amor (e ser correspondido) e as que vivem esperando por ele, na solidão...

Solidão – é meu amigo – ela me parece ser o novo mal da humanidade. Cansei de ler blogs por ai a fora onde esse sentimento medíocre preenche a vida de seus donos... E a minha pergunta é: o que há de errado?

Comédia romântica é o melhor combustível para alimentar esse mal, pois a realidade vem como uma onda, que lhe puxa e lhe suga para o fundo do poço. Elas são cruéis, mostram coisas que não existem, pessoas perfeitas, relacionamentos perfeitos, fórmulas mágicas e milagrosas. Elas alimentam sonhos e fantasias, mas são na verdade, um grande pesadelo.

Então, na vida real, me parece sempre aquela coisa de: João que ama Maria, que ama Rodrigo, que ama Débora, que ama João. E por que, algumas vezes, quando encontramos uma pessoa legal, o pouco que vocês tinham se perde? Talvez porque a essência de um não era suficiente para o outro? Falta de empatia? De reciprocidade? Claro que, contra a química não há argumentos... E se ela não funciona, não adianta tentar a física.

Descobri que relacionamentos perfeitos não existem. Não sei se acredito naquela coisa de “voltamos em outra vida para pagar pelos nossos erros” – se for assim, devo ter sido o Diabo numa encarnação passada. Mas eu também sou dura na queda... Ainda essa semana li em algum lugar que, quando a gente gosta do cara, ele é fofo. Se não gosta, é pegajoso. E modéstia à parte, de vez em quando me aparecem alguns doidos. E muitas vezes sou eu quem não os quero. Não sei o que acontece, mas é como se a coisa fosse “mecanizada” demais... Gosto de cumplicidade, o que é um laço difícil de se fazer/criar. Aliás, me interessar por alguém, ultimamente, é algo que quase não me acontece. Aparentemente, as pessoas mais interessantes são aquelas que são difíceis de se conseguir.

Se eu pudesse voltar no tempo, faria muita coisa diferente e não teria feito tantas outras (que me renderam grandes lições e lágrimas)... Mas ele passa, crescemos e novas responsabilidades são impostas, talvez para encontrar um sentido nisso tudo ou para, quem sabe, recomeçar.

terça-feira, 27 de julho de 2010

MEU NOME NÃO É MARLON!

Como ele descobriu meu nome não é difícil imaginar, mas como ele descobriu meu e-mail é uma boa pergunta, que ele nunca quis me responder.

Maio de 2006, primeiro semestre da faculdade, foi quando recebi o primeiro e-mail dele, dizendo que me achava uma garota bonita e interessante. Marlon estava no último período do curso, sendo um cara educado e talvez tímido, mas um pouco convencido quando me disse, ainda nesse primeiro contato, que achava que existia uma troca de olhares entre nós. Na sequência, ele me enviou uma foto, que além de estar um tanto longe, não dava para ver muito bem o rosto dele (consideremos que eu também sou míope).

Procurei prestar mais atenção pelos corredores até que um dia o vi... Passei a cumprimentá-lo com um “oi” meio singelo, sem graça... Com o tempo, me atrevi até a beijar o rosto dele.

Achava o Marlon um cara estranho, porque mesmo (agora), ele teimava em dizer que eu era uma garota metida. Ele, no mínimo, deveria ter sérios problemas de memorização ou de ego, afinal nós sempre conversávamos na faculdade e por MSN.

Ele era querido, bonito, forte e tinha um sorriso daqueles de tirar o fôlego. Todas as minhas amigas também o achavam um cara legal.

Certa vez (já no final do ano), ele me parou no corredor e me pediu o meu MSN. Minha cara foi de espanto, realmente fiquei um tanto indignada!

- “Mas Marlon, você tem meu MSN!”



- “Rafael! Meu nome é Rafael!”



- “Marlon Rafael?”



(ele me olha com aquela cara de “ta doida?”)



- “Rafael Marlon?”



- “Não!”



- “Então quem é o Marlon?” (Bruna com aquela cara de taxo)...


É caro (a) leitor (a), a vida tem dessas coisas... rs... Depois eu soube quem era o Marlon, porque ele estava fazendo dependência na faculdade... Com muita cara de pau, mandei um e-mail pra ele me desculpando e explicando a situação (já estávamos em dezembro)...

segunda-feira, 31 de maio de 2010

INJUSTO?

A idéia de algum dia ter que escolher entre um amor e meus amigos nunca me pareceu justa. Pensar nessa possibilidade, menor ainda.

Quando menos esperei me perguntaram: se você tivesse que escolher entre o seu amor e os seus amigos, quem você escolheria? Não pensei que a resposta viria tão rápida, tão veloz, tão forte e abrupta da maneira que foi.

E sem querer tive que escolher. Eles também.

Já dizia os olhos azuis que eu mais amo em todo o mundo: a vida é uma avenida de mão dupla, tudo o que vai, com certeza volta.

E se as minhas razões não lhe contentam, sinto muito, eu dei o melhor de mim e não recebi metade em troca.

sábado, 29 de maio de 2010

TOC TOC

Toc Toc... Meu aniversário está batendo à porta... Faltam poucas horas. Daqui a pouco vou sair, vou esbravejar, vou curtir. 

Não, minha saída não foi planejada, foi assim, um convite de última hora... Não será uma comemoração de aniversário, apenas mais uma balada... Balada vip... Com direito a estacionamento, acesso aos camarins, aos palcos e tudo mais o que quiser... Balada do momento, da moda.

Então que mais uma rodada se encerra nesse típico clima de outono de  um mês de maio frio e chuvoso... Daqui uns meses uma primavera linda, colorida e florida... Minha estação favorita... Minha nova potência de motor mal pode esperar por ela!